Bioeletrografia - O Efeito Landell-Kirlian


Bioeletrografia
A Bioeletrografia, técnica de registro do brilho da energia humana através da fotografia, também conhecida como foto Landell-Kirlian, foi inventada pelo Pe Roberto Landell de Moura em 1906. Gaúcho de Porto Alegre e pioneiro das telecomunicações - precursor da televisão e criador do aparelho de rádio e o telégrafo sem fio - o cientista Pe Landell de Moura (1861-1928) chegou a ser tachado de louco e acusado de bruxaria.

Parte dos estudos do Pe Landell de Moura acerca da energia que permeia e circunda os nossos corpos foram, infelizmente, ocultados pela Igreja. Porém muitos de seus inventos caíram no obscurecimento, também, pela falta de incentivo e apoio do Governo brasileiro na época. 

O desprezo às pesquisas do Pe Landell de Moura fez com que o casal de cientistas russos Semyon e Valentina Kirlian, cerca de trinta anos mais tarde, ganhasse a fama e o reconhecimento por uma descoberta semelhante, um equipamento eletrônico que tirava a Foto da Aura.


Os Sete Corpos do Homem
Mas o que é a Aura? 

A aura humana é a sede da manifestação dos corpos sutis que estão acoplados ao corpo físico, sendo compreendida pelo campo energético emanado dos chakras etéricos, astrais, mentais e causais. Milhares de chakras espalhados pelos nossos corpos sutis são responsáveis pela absorção e liberação da energia prânica do Universo, formando, na liberação, a aura. De forma ovoide, possui graduações de densidade, tamanho, cor e brilho, tornando-se cada vez mais sutil e abrangente na medida em que se afasta do corpo físico.

Representação de Buddha Shakyamuni e a Iluminação

Teorias esotéricas relacionam o tamanho da aura dos indivíduos com o tamanho de sua consciência ou sabedoria. Dizem que a aura de Buddha Shakyamuni era tão grande que possuía muitos quilômetros de extensão. Através de práticas de meditação e respiração, os corpos mais sutis podem se expandir e atravessar os limites impostos pela mente na compreensão do espaço e do tempo, adquirindo novos parâmetros para a construção da realidade. 

Como responsável pela formação da parte mais densa da aura, ligada à saúde, encontramos o chakra esplênico. Localizado na região do baço, a função física do chakra esplênico é energizar o baço físico, parte dos rins, todo o sistema nervoso e plexo mesentérico. O baço é um importante órgão do sistema imunológico, diferenciando as células para a produção de anticorpos e atuando, também, como órgão filtrante do sangue. Os demais chakras absorvem o prâna digerido pelo chakra esplênico que, em seguida, é exalado pelo próprio chackra e pelos outros chakras microscópicos de cada célula. 

Dada a complexidade da aura humana, é pouco provável que as máquinas eletrônicas inventadas pelo Pe. Landell de Moura e pelos Kirlians sejam, exatamente, capazes de fotografá-la. Mas o que essas máquinas registram, então?  
Uma corrente elétrica de alta frequência é emitida por um aparelho eletrônico até os dedos das mãos, como mostra a figura ao lado. Essa corrente, ao entrar em contato com o nosso corpo energético (ou corpo vital ou corpo etérico ou duplo etérico), que possui cerca de 2 centímetros além do corpo físico e é responsável pela manutenção e desenvolvimento deste, cria uma vibração correspondente ao estado de perturbação em que ele se encontra. Essa vibração, chamada de Biocampo, é registrada em um filme fotográfico que deve ser posteriormente revelado.

A análise e o estudo criterioso de casos vêm comprovando a existência de uma ligação entre as pontas dos dedos das mãos com todos os sistemas e órgãos do nosso corpo. De acordo com a Medicina Tradicional Chinesa, o nosso corpo físico é atravessado por meridianos energéticos que transmitem milhares de informações acerca da nossa saúde. Logo, para o terapeuta ter uma visão geral do Biocampo do paciente, as pontas dos dez dedos das mãos devem ser fotografados, e não somente a ponta do dedo indicador. Cada dedo possui um mapa diferente, relativo aos órgãos do corpo físico.

Mapa das Digitais, do livro "Bioeletrografia", de Vânia Maria Abatte

O estado de equilíbrio energético do nosso corpo é verificado nas fotografias pelas cores azul e rosa, que representam as energias Yin e Yang, respectivamente. Mas é possível averiguar outros padrões de energia que circulam descontinuadamente pelo corpo humano como cansaço, emoções, doenças, pensamentos ou estados de espírito.  

Exemplos de Biocampos, do livro "Bioeletrografia", de Vânia Maria Abatte
A maioria das perturbações provindas dos corpos sutis se manifestam, primeiramente, no corpo etérico, para depois atacarem o corpo físico. Por isso a importância desse invento. É possível, pela análise profissional dessas fotos, descobrirmos enfermidades muito antes delas se manifestarem no corpo físico.

Intoxicação pelo uso de drogas, álcool e medicamentos, câncer, depressão, inflamações, conflitos emocionais, tendências autodestrutivas, obsessões e vampirismos, todos esses sintomas podem ser visualizados nos Biocampos em desequilíbrio. Também é possível visualizarmos os dons da mediunidade ou paranormalidade nas fotos dos pacientes.


Vânia Maria Abatte, residente na cidade de Porto Alegre/RS, é autora do livro Bioeletrografia - O Efeito Landell-Kirlian, lançado em 2012. Vânia conseguiu, através de infatigável pesquisa, comprovar o pioneirismo do Pe Landell de Moura na invenção da Bioeletrografia. Sua obra narra um pouco da história desse grande cientista, os seus desafios e as injustiças sofridas ao longo de sua vida. Também conta com uma explicação detalhada sobre a Bioeletrografia, seus fundamentos e objetivos. O livro é ilustrado com fotos de casos reais. Vânia é Pesquisadora Psicobiofísica e Terapeuta. Mais informações: http://www.auralandell.com.br/. 


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